Antigamente a publicidade era feita nos jornais, na rádio. Depois, na televisão, para os que tivessem dinheiro, em panfletos, folhetos. Depois, flyers, outdoors, emails. Agora facebook, instagram, twiter, blogs, vlogs. 

As formas de fazer publicidade e de chegar aos outros, tentando comunicar e convencê-los a escolherem-nos em vez de outros profissionais, foi mudando, mas o âmago da coisa continua o mesmo. O que interessa aqui, independentemente do formato, é a comunicação entre quem faz a publicidade e quem for o seu público. O sucesso dessa comunicação é lido em quantos indivíduos a apreenderam de facto. O sucesso da publicidade é lido em quantos indivíduos foram convencidos no final a escolher a pessoa profissional ou o produto que esta vende. 

Eu gostava de não fazer publicidade nenhuma. Não me dou bem com nenhum dos veículos de comunicação que enumerei acima, com excepção do email, que é um meio directo e pessoal. Assim como se fosse uma carta mas entregue muito mais depressa. Mas, por ser assim, não é publicidade.

Como trabalho numa profissão liberal, dizem que tenho de fazer publicidade. 

Mas não tenho jeito nenhum. Não atino com o facebook, não consigo perceber o instagram, nunca entrei no twiter, vlogs são coisas que me arrepiam, tenho um site porque me disseram que era imprescindível mas que uso como cartão de visita.

E é por isso que espero que as pessoas, a quem envio estes textinhos, lhes achem graça e que acabem por falar deles aos seus amigos, familiares ou conhecidos. Do que dizem os textos, do seu autor que sou eu, do que faço, dos resultados, dos preços, do que gostaram e, finalmente, de aconselhar a que me visitem.  

A verdade é que os pacientes que me procuram, procuram-me porque outros pacientes lhes falam de mim. O que se chama “boca em boca”. E é desse género de publicidade de que gosto. É mais divulgação do que publicidade, que é também o que pretendo com estes textos que pespego no blog do tal site-cartão-de-visita. Porque gosto de escrever e isso combina melhor comigo do que a publicidade.

Eu cá, gosto mais da divulgação do que da publicidade. A publicidade tenta convencer, a divulgação informa, dá a conhecer.