E pronto! Chegámos ao ponto a que ninguém queria chegar nesta pandemia. O “achatar da curva” foi pulverizada e os hospitais já deitam pelas bordas, embora continuem a dizer na televisão que os hospitais estão “à beira das suas capacidades” ou “à beira da rutura”. O termo “à beira” é optimista e, penso, quer evitar pânicos e críticas mais severas. Mas a verdade é que os hospitais estão a rebentar e o pessoal de saúde que nele trabalham não conseguem nem podem fazer mais do que já fazem. 

Para além dos gravíssimos problemas relacionados com o SarsCov2 e a Covid19, gravíssimos problemas existem também com as outras doenças de urgência nos hospitais. AVC’s, politraumatizados, doenças cardíacas agudas, crises renais, gastroenterites graves, intoxicações, polimialgias, etc, têm cada vez menos espaço para serem acudidas a tempo e eficientemente. Ou todas as cirurgias que precisariam ser feitas, ou os doentes oncológicos em qualquer estadio…

Temos ainda toda e qualquer consulta de patologias menos graves, ligeiras ou de rotina, no Serviço Nacional de Saúde, que sofrem perturbações de vários tipos.

Entre estas, o medo de ir ao médico e poder contrair Covid19. Que faz com que muita gente não vá às consultas que devia ir, aumentando o possibilidade de agravamento do seu estado patológico.

É neste tipo de patologias e medos que os privados, nomeadamente os consultórios e clínicas, podem ajudar nestes tempos tão difíceis.

Longe da hercúlea e formidável tarefa do Sistema Nacional de Saúde, em acudir e tratar tudo o que é intratável, agudo, grave ou urgente, os profissionais de saúde na linha de retaguarda, que são todos os que trabalham nos consultórios, clínicas, centros de recuperação e outros, podem apoiar os pacientes e o próprio SNS de várias formas:

  • Oferecendo alternativa ao Serviço Nacional de Saúde liberta este de mais procura numa altura em que não é possível a boa resposta.
  • Podem oferecer melhores condições de segurança em relação ao perigo de contágio.
  • Podem oferecer mais conforto (atenção, pontualidade, tempo de consulta, espaço, estética…).
  • Podem oferecer contacto disponível para apoio à distância. 
  • Podem ser mais confortáveis na sua proximidade geográfica com o paciente.

Nas clínicas em que trabalho actualmente (Otorosmed e Pneumomedical), os padrões de segurança e limpeza são rigorosos e procuramos o conforto para o paciente:

  • O consultório é desinfectado e arejado antes das consultas e entre elas.
  • Somos, normalmente, pontuais. Por isso, nos casos em que o paciente é conduzido à sala de espera, o tempo de espera é diminuto.
  • As salas de espera têm lugares afastados uns dos outros.
  • Reservo 1 hora de consulta para cada paciente.
  • Partilho o meu contacto telefónico e electrónico com os pacientes, para que possam ter apoio, se necessário, fora das consultas.
  • Os medicamentos fitoterápicos podem ser adquiridos nas lojas da especialidade, online ou posso levá-los para a consulta.
  • Os duas clínicas em que trabalho cobrem duas áreas centrais em Lisboa (freguesia do Areeiro, freguesia das Avenidas Novas)

Não deixe de marcar a sua consulta connosco.