Depois deste confinamento todo, apeteceu-me um dia destes atirar-me para dentro de uma pastelaria e regalar-me com uns doces. Provavelmente comprarei uma daquelas caixinhas em papel, recheada de pastelaria fina para comer em casa, a salvo de pessoas sem máscara ou em cima uns dos outros. Tenho é de escolher bem onde comprar as iguarias.

Read more

O confinamento exerceu com certeza uma pressão extraordinária em todos os que não estavam habituados a viver e trabalhar sempre dentro de casa.

Read more

Há ainda muita gente com medo de ir a uma consulta médica, ou a um hospital. Medo de ser infectados pelo vírus. Percebo. O medo de se ir a um sítio onde vão pessoas doentes é um medo visceral e instintivo. 

Read more

Mudei de consultório. Ou melhor, vou para outro consultório, onde começarei no dia 1 de Junho de 2020. Fica na Av. Guerra Junqueiro, aquela que liga a Praça de Londres à Alameda, no nº 5, 1º Dto, mesmo ao pé da Alameda Afonso Henriques, da estação de Metro da Alameda e das paragens de autocarro. O meu novo consultório é numa clínica onde trabalham médicos de várias especialidades, como otorrinolaringologia, cardiologia, medicina geral e familiar, ginecologia, cirurgia estética, pediatria, psicologia, mas também com oferta de Terapias Não Convencionais, nomeadamente Medicina Chinesa e Osteopatia. 

Read more

Tem havido ultimamente alguns ataques às Terapias Não Convencionais, com especial incidência sobre a Medicina Tradicional Chinesa, aproveitando o clima internacional de desconforto e crítica ao regime político da China, às suas acções acerca da Pandemia, às suas intenções nacionais e internacionais e ao consequente inundar da sociedade de opiniões mais ou menos xenófobas, arrastando para a crítica cega tudo o que seja chinês ou ligado de alguma forma a esse país ou cultura.

Os ataques não são novos e são, na sua maior parte, lançados por interesses corporativos provocando dúvidas e desconfiança na população sobre a eficácia clínica, veracidade da informação e credibilidade científica da Medicina Tradicional Chinesa. 

Read more

Estamos numa altura agora em que teremos de ir para a rua, trabalhar, conviver, retomar uma vida o mais normal possível. É impossível ficarmos todos em casa por tempo indeterminado e é impossível erradicar o vírus. Por isso a população terá de ser infectada. Quer-se que isso aconteça aos poucos e devagar, para não haver caos e poder controlar o número de casos graves e de óbitos. Os mais novos e saudáveis deveriam avançar primeiro e só depois os mais velhos e mais frágeis. A vida social, económica e comercial deveria abrir de forma escalonada por idades e estados de saúde.

Read more
25 de Abril sempre!
25 de Abril sempre!

Assim preso sem o sentir / livre e preso porque quero / porque deixo e, assim, espero / enquanto agora o permitir //

Por vezes melhor luta / é aquela onde sossega / a impaciência da refrega, / o espírito, vontade bruta //

E decidindo decidir / ser livre estando cativo / sendo preso estou activo //

Para poder enfim sair / em gritos de liberdade / e ser livre de verdade //

máscara social de tecido
Do Quyen Hoa (Photo: VNS)

Apesar do uso de máscara social (de tecido) não ser obrigatório, devemos, todos os que têm consciência, usá-la sempre que possível em todas as circunstâncias em que estejamos com alguém fora de nossa casa.

Read more
Máscara artística de protecção
AP Photo/Petr David Josek

O vírus vai-nos obrigar a usar máscaras. Agora e depois.

Read more
Eu uso máscara

Sabe-se que o vírus é transmissível por gotículas emitidas pela respiração de quem estiver infectado. Ou ao falar uns com os outros. Ou talvez pelas gotículas que estiverem em suspensão no ar de ambientes fechados. O uso da máscara parece, por isso, ser essencial. 

Read more