O que quer dizer Fitoterapia? Segundo o dicionário da Porto Editora, a palavra vem do grego e decompõe-se da seguinte maneira:

therapeia = tratamento e phyton = vegetal. São portanto terapias à base de plantas. 

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Sou um pessimista por natureza. Sempre fui. Há sempre coisas que nos chateiam. No meu caso e ultimamente, vão desde a minha associação profissional que não se comporta como profissional até à estupidez dos comportamentos que vejo em certas pessoas na rua, ou de defesas de coisas indefensáveis por amigos meus. Passando, claro está, pelo estado do mundo, os seus governantes, as misérias evitáveis, o que poderia ser e não é. 

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Hmmm, comidinha boa
Hmmmm, comidinha boa

Nunca fui de vegetarianices. Sempre achei essa cozinha deslavada, sensaborona, insossa. Ou cheia de ingredientes que não são do meu agrado. Abóboras, cenouras, nabos, ervilhas, tudo cozido, prometem tornar qualquer tentativa culinária num prato meio doce e a evitar. As saladas, frias e cruas, não me convencem a saciedade nem o paladar de prato principal. Foram-me dizendo que não conhecia a cozinha vegetariana e que era por isso que dizia não gostar dela. Tive uma cunhada dona de um restaurante. Vegetariana, ela e o restaurante, excelente cozinheira, deu-me a provar pratos magníficos, sem dúvida. Mas não me convenceu, nem por sombras, a uma dieta como a dela. 

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Todas as noites, quando me vou deitar para ir dormir, olho para o tecto do quarto depois de apagar a luz. E vejo pequenas estrelas e planetas a brilhar num Universo limitado mas que é só meu naquele momento. 

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E pronto! Chegámos ao ponto a que ninguém queria chegar nesta pandemia. O “achatar da curva” foi pulverizada e os hospitais já deitam pelas bordas, embora continuem a dizer na televisão que os hospitais estão “à beira das suas capacidades” ou “à beira da rutura”. O termo “à beira” é optimista e, penso, quer evitar pânicos e críticas mais severas. Mas a verdade é que os hospitais estão a rebentar e o pessoal de saúde que nele trabalham não conseguem nem podem fazer mais do que já fazem. 

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Saía da cidade de Montemor-o-Novo para ver o campo. As herdades e montes à volta, campos verdes, montados de sobro e azinho, olivais, vacas e ovelhas. 

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No Natal aparecem sempre muitas promoções, de tantas coisas como as que conseguirmos imaginar que se possam vender. Promoções, ofertas, vales, a que agora é chique chamar “voucher”, bilhetes pré-comprados, compras a levantar, descontos, tudo vale para que o frenesim das compras de Natal não pare, alimente o comércio e as pessoas possam usufruir de preços mais baratos para o seu Natal.

São apanhados nesta rede todos os que vendem alguma coisa e todos os que compram alguma coisa, diria eu. 

Também eu vendo um produto. Mas não é um produto que se ofereça a alguém, à partida. Acho que não cabe na cabeça de ninguém oferecer, a quem gosta, umas quantas sessões de acupunctura pelo Natal. É o mesmo que oferecer sabonetes a quem não cheira bem. Tem uma mensagem implícita que não se adequa com a época natalícia. Neste caso um “estás doente”, o que não é agradável. 

E, por isso, a cada Natal que passa, não tenho nada em oferta extraordinária dos meus serviços. Não ofereço descontos, promoções, bilhetes pré-comprados ou vales/vouchers. Pensei sempre que não se adequaria. 

Mas este ano é diferente. Este ano é atípico. Este ano está a ser uma desgraça generalizada no que diz respeito a stress, ansiedade, medo, angústia e companhia. As pessoas precisam de controlar tudo isso, de relaxar um pouco (sem que isso signifique relaxar cuidados profilácticos), de se sentirem mais soltas, de sentirem contacto físico.

Pensei. Afinal tenho muita coisa no meu trabalho que posso oferecer neste Natal. Massagem Tui Ná para descontrair, acupunctura para relaxar e controlar ansiedade, fitoterapia para ajudar nos casos de medo ou pânico, electroacupunctura para tratamentos de beleza, tratamentos para deixar de fumar…

Talvez o mais importante, aqui e este ano, seja a massagem. Descontrai, relaxa, controla a ansiedade, equilibra energias, é agradável, tem contacto físico. E pode ser facilmente oferecida a alguém de quem gostemos, sem que haja a síndrome da “oferta do sabonete”… 

Está decidido! Vou promover massagens a quem as quiser oferecer neste Natal. Em vez dos 30€ de tabela só cobro 25€ e emito um vale/voucher válido por 1 mês

Assim, até dia 1 de Fevereiro, basta fazer a marcação e pagar. Depois, a pessoa contemplada pela oferta terá 1 mês, a partir do pagamento, para fazer a sessão

Aproveitem e ofereçam a quem gostam!

O Natal costuma ser uma altura de convívio familiar ou de amigos. Porque a data é obrigatória, esta altura costuma gerar stress suficiente para que sejam esquecidas dores, maleitas e doenças durante este período. Por isso também é normal que notemos, todos os anos, nos nossos consultórios uma baixa na procura dos nossos préstimos profissionais por esta altura. O dinheiro que as pessoas gastam nas prendas, deslocações, comida, bebida e artigos variados de festa é, evidentemente, desviado de tudo o que não seja estritamente essencial para o Natal ou para o dia-a-dia. De onde as nossas consultas sejam muitas vezes atiradas para segundo plano, os tratamentos interrompidos e as patologias suspensas até doer mais ou piorar, o que se espera que só aconteça depois do período das festas, lá para Fevereiro.

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Antigamente a publicidade era feita nos jornais, na rádio. Depois, na televisão, para os que tivessem dinheiro, em panfletos, folhetos. Depois, flyers, outdoors, emails. Agora facebook, instagram, twiter, blogs, vlogs. 

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Dormir é bom. Serve para que o corpo recupere do desgaste que tivemos nas actividades do dia, sonhamos para “limpar” o lado emocional, arrumar a memória, o processamento de dados, os tecidos reconstituem-se, a energia repõe-se. E é boa, aquela modorra quando estamos entre cá e lá e nos apetece dormir mais um bocadinho e podemos dormir mais um bocadinho.

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